Altos e baixos da E3 2017

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A edição da E3 2017, maior feira de jogos do mundo, teve altos e baixos. Por um lado, muitas expectativas não correspondidas e, por outro, surpresas agradáveis com sequências e novos IP’s (propriedades intelectuais) que lançaram o hype lá nas alturas.

A começar com um dos anúncios mais estrondosos: a evolução da plataforma da Microsoft, o Xbox One X, que mostrou muita potência com a tecnologia 4K. Somado a isso, houve um anúncio maciço de exclusivos. Mas há um balde de água fria que cai na cabeça dos fãs quando se lembra que é necessária uma TV com suporte 4K para aproveitar o que o aparelho oferece.

O novo Forza deve figurar como carro-chefe do One X, o que é um pouco frustrante considerando que o gênero de corrida não abrange o público gamer em larga escala. O jeito vai ser aguardar novidades de outros estúdios vinculados à Microsoft.

Por parte da Sony, esperava-se mais de God of War, que por enquanto fez muito barulho, mas continua devendo mais detalhes em história e jogabilidade. A DLC de Uncharted 4, que abriu a conferência da gigante japonesa, promete corresponder às expectativas criadas, enquanto a expansão de Horizon: Zero Dawn — jogo que deve concorrer ao famoso Game of the Year (GOTY) — foi uma surpresa que satisfez muitos fãs do novo IP da Guerrilla Games, lançado este ano.

Outro anúncio que agradou foi o remake do clássico Shadow of the Colossus, que por outro lado deixou um sinal de que The Last Guardian foi um fiasco.

Os maiores destaques mesmo ficam para os visuais lindos de Days Gone, a trama intrigante de Detroit: Become Human, e o frenético Marvel Spider-Man, todos exclusivos da Sony. Adendo: o PlayStation VR ainda não convenceu, mesmo com anúncios de Skyrim e The Inpatient, novo game do estúdio de Until Dawn.

Saindo um pouco da polarização Microsoft-Sony, vale a pena falar que a feira apresentou muitas franquias consideradas repetitivas por uns e consagradas por outros. Marvel vs Capcom, Assassins Creed, Call of Duty, Far Cry e Need for Speed encabeçam a lista. Há quem compre.

Também foram anunciadas sequências de Evil Within, Wolfenstein e Metro Exodus, além de novas IP’s com propostas bem originais, como Skull and Bones e A Way Out. A versão 2018 do sempre presente Fifa, da EA Sports, traz a continuação do modo “A Jornada“, no qual jogamos com Alex Hunter, além de melhorias visuais e de jogabilidade.

Para encerrar, há dois jogos que não são nenhuma megaprodução, mas com expectativas superando qualquer franquia com publicidade estampada em prédios. O primeiro é Life is Strange: Before The Storm. Agora protagonizado por Chloe e sem viagem no tempo, o jogo pretende explicar os acontecimentos antes dos episódios do vivenciados por Max em Arcadia Bay. O segundo game é Dragon Ball Fighter Z, jogo de luta em versão três versos três com visuais em 2,5D, muito próximos ao do famoso anime.

8 Comentários

  1. […] como na edição de 2017, a feira contou com pontos altos e baixos. Isso porque ela atrai grande atenção da mídia […]

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  2. […] Spider-Man foi anunciado na E3 do ano passado como uma grande surpresa, pois não haviam especulações quanto a um novo game do herói. […]

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  3. […] (EUA). Quem promete fazer uma grande apresentação é a Sony, que ficou devendo muita coisa na edição de 2017, inclusive a previsão de lançamento de muitos dos seus aguardados […]

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  4. […] na E3 2017, A Way Out não chegou a ganhar holofotes frente às grandes divulgações da feira. No entanto, […]

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  5. […] que foi anunciado na E3 2017, Dragon Ball Fighter Z se tornou um dos jogos de maior hype — publicidade extravagante. Mas como […]

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  6. […] foi oficialmente confirmada pela Rockstar ou fontes confiáveis. Recentemente, pouco antes da E3 2017, a Game Informer — mídia conhecida por catalogar jogos de maneira antecipada — registrou uma […]

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  7. Podiam fazer uns RPG de tudo, a começar pelo Dragon Ball, que ao que parece tem um rpg para snes. Conhece outro? Não curto muito luta. Vou ver se arrumo o Life is Strange pra jogar com a mozão rs De resto, vou continuar jogando meus joguinhos antigos aqui. O que IP significa nesse contexto aí? Manjo não.

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    1. Murilo,
      RPG’s são sempre bem-vindos, mas precisam ser bem elaborados. Não adianta fazer algo ‘meia boca’ só pra falar que é RPG. Não sei como ficaria um Dragon Ball em RPG, mas confesso que gostei bastante da proposta desse que anunciaram. É um bom jogo pra chamar os amigos e tirar aquele famoso x1.

      Life is Strange eu já zerei, e agora meu ‘mozão’ tá jogando no meu console, haha. Jogo perfeito pra isso mesmo. Recomendo ❤

      E esclarecendo a sua dúvida, IP = intellectual property (ou propriedade intelectual). Quando se fala em novo IP, quer dizer que é um jogo novo original.

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Murillo Magaroti

Jornalista e escritor

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