O tempo como fator disruptivo na cultura do jogar

Como você fazia para descobrir o ponto fraco de um inimigo difícil, liberar um espaço inacessível do mapa ou resolver um quebra-cabeça muito complicado sem o YouTube? Como lidava com bloqueios como de língua: pulava as animações? Apelava para códigos e detonados?

Há 10 ou 15 anos atrás, a Internet ainda não fornecia o arsenal de ferramentas atuais para ajudar os jogadores a progredirem nos games, influenciando também a cultura de jogar, que é diferente para cada player.

Neste sentido, o segundo programa do Meu Memory Card, projeto que é fruto de parceria entre Videogame Cultura e Redescobrindo Clássicos, resgata saudosismos e analisa as maneiras antigas de se bater um game que sofreram disrupções.

Confira abaixo!

um comentário

  1. Muito bom velho! A respeito desse lance da linguagem, lembro de uma época, acho que 2003~4 quando eu tentei traduzir um trecho de um detonado em inglês pra passar de uma fase em Earth Bound mas o tradutor era ruim demais. Só piorou a situação hahahaha

    No fim das contas consegui passar de uma fase que ninguém na locadora tinha passado desde que a fita tinha chegado lá.

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Murillo Magaroti

Jornalista e escritor

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